quarta-feira, 25 de junho de 2008

Calvin & Hobbes

Calvin & Hobbes é uma série de história em quadrinhos ilustrada pelo americano Bill Watterson e publicada em mais de 2000 jornais do mundo inteiro entre a década de 1985 a 1995, tendo nesse período ganho vários prêmios.

Calvin é um garoto de 6 anos cheio de personalidade que tem como companheiro Hobbes, um tigre sábio e sarcástico, que para ele está tão vivo como um amigo verdadeiro, mas para os outros não é mais que um tigre de pelúcia. De acordo algumas visões, as fantasias mirabolantes de Calvin constituem frequentemente uma fuga à cruel realidade do mundo moderno para a personagem, e uma oportunidade de explorar a natureza humana para Bill Watterson.

Ao fim de dez anos de publicação, os fãs consideram Calvin & Hobbes uma obra prima pela sua visão única do mundo, pela imaginação do protagonista e pelas situações insólitas que se estabelecem.

Curiosidades: O nome de Calvin foi inspirado no reformador religioso do séc. XVI, João Calvino, que discorreu, entre outros, acerca da depravação total do homem, ou seja, que o homem está naturalmente inclinado para promover o mal a seu próximo. Hobbes recebeu o nome de Thomas Hobbes, o filósofo inglês do séc. XVII que tinha aquilo que Watterson chamou de "uma visão obscura da natureza humana", sendo o autor da famosa máxima "o homem é o lobo do homem", ou seja, cada homem é o predador de seu próximo.

A última tira original foi publicada no dia 31 de Dezembro de 1995.

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A série "Algo babando embaixo da cama" mostra todo o mundo imaginário de Calvin e os seus medos do misterioso ser que acha que vive embaixo da cama.


Download: CLIQUE AQUI


Bunny Suicide



Os quadrinhos Bunny Suicide são dedicados para aqueles que gostam de um humor negro. Escritos por Andy Riley, o coelhinho suicida aparece em dois livros (que estão no mesmo link para download) e a cada quadrinho o coelhinho mostra toda a sua inteligência ao se matar e seu estranho gosto pela sensação de dor extrema.



"It's is the funnniest book, the bunniest book I've ever read." - Elton John
"One of the most important books of the year" - Hugh Grant
"If you are a bunny contemplating suicide, then this is the book for you" - Paul Whitehouse (comedian)

Download dos livros: CLIQUE AQUI

terça-feira, 27 de maio de 2008

Alice Cooper

Alice Cooper, nome artístico de Vincent Damon Furnier (Detroit, 4 de fevereiro de 1948), é um cantor e compositor de Rock. Ele é mais conhecido por suas apresentações ao vivo, freqüentemente teatrais e violentas, cheias de maquiagem, cadeiras elétricas, forcas, guilhotinas, cabeças decapitadas artificias e sangue falso. O humor, freqüentemente, faz parte de seus trabalhos e entrevistas.

Nascido na cidade de Detroit, em 1948, Vincent Furnier formou suas primeiras bandas na década de 60. Apesar de terem sido muitas, apenas a Nazz obteve alguma repercussão, chegando a realizar algumas gravações.

Finalmente, em 1969, montou o Alice Cooper junto com Mike Bruce e Glen Buxon (guitarras), Dennis Dunaway (baixo) e Neil Smith (bateria). O primeiro álbum "Pretties For You" foi lançado, porém, não muito bem sucedido.

A carreira do grupo começou a decolar quando o produtor Bob Ezrin aconselhou o vocalista a fazer, além de cantar, performances diabólicas nas apresentações, abusando dos efeitos de horror, cobras, sangue e cenas teatrais. Com o disco "Easy Action", de 1970, chamaram a atenção da mídia e das gravadoras, conseguindo um contrato com a Warner Brothers.

O sucesso definitivo chegou com os clássicos "Love It to Death" (1971) e "School's Out" (1972), seguidos por "Billion Dollar Babies" (1973), quando atingiram o topo das paradas de todo o mundo. Ao mesmo tempo em que conheciam a fama, os integrantes da banda se viam numa difícil situação: o abuso de drogas e álcool por parte de Vincent estava cada vez mais freqüente. Decidem, portanto, seguir com a banda sem ele, mudando o nome do grupo para Billion Dollar Babies, mas acabaram não se mantendo no cenário musical.

1972 - Schools's Out




Clipe - School's Out

terça-feira, 20 de maio de 2008

The Hellacopters

The Hellacopters é uma banda de rock escandinava, de origem sueca. Foramada em 1994, inicialmente a banda era apenas um projeto levado à parte pelos membros da banda. Mas após gravar o single Killing Alan em 1995, tudo mudou. Assinaram com a gravadora White Jazz Records e ganharam um Gramny Sueco. No mesmo ano, eles abriram a turnê escandinava do KISS. Mas apenas em 2000 é que eles alcançaram sucesso global com o album High Visibility:
(Destaque pras músicas: I Wanna Touch, Envious, A Cross For Cain e Baby Boderline)

2000 - The Hellacopters - High Visibility

Download: CLIQUE AQUI

Clip : Hopless Case Of A Kid In Denial


sábado, 29 de março de 2008

Motorocker

O MOTOROCKER nasceu em 1993 e inicialmente consagrou-se no sul do Brasil como banda-tributo ao AC/DC, cativando fãs, atraídos pela performance no palco e pela qualidade e fidelidade ao som original. Também data dessa época as primeiras composições próprias e as primeiras repercussões na mídia local sobre o que o Motorocker AC/DC Tribute vinha fazendo.

O maior reconhecimento da época veio em 1996, quando o AC/DC, na turnê do álbum Ballbreaker, tocou no Brasil. Na ocasião, os Motorockers encontraram-se com Brian Johnson e os guitarristas (e irmãos) Angus e Malcolm Young, que se disseram impressionados com a qualidade das interpretações de suas músicas e revelando que havia sido a melhor banda-tributo que ouviram até então. Eles poderiam ter parado por aí, mas resolveram investir na carreira autoral.

Fuçaram no baú, desenterraram uma porção de pérolas escritas em anos de estrada e em 2006 apresentaram o primeiro CD de músicas próprias, Igreja Universal do Reino do Rock. Partindo da idéia de que existem igrejas para todas as crenças, resolveram descrever a congregação dos seus sonhos, que reuniria quem curte o rock’n’roll e sua filosofia libertária. Com a satisfação sendo a palavra de ordem de reuniões regadas a rock, cachaça, mulher e carne assada, o Motorocker cria na música que dá nome ao disco o mundo ideal para seus seguidores.

O disco foi muito bem recebido pelo público brasileiro e pela crítica em geral, sendo destaque em três edições da Rock Brigade, principal revista especilizada em rock’n’roll e heavy metal do país, e ficando em primeiro lugar nas paradas de rádios-rock brasileiras. A voracidade e a energia que envolvem a atmosfera de um show do Motorocker é única, chegando a ser indicado como “Melhor Show do Ano” também pela Revista Rock Brigade, entre várias outras categorias. O resultado de tudo isso são pequenos milagres. Recentemente a banda fez o show de abertura para os ingleses do DEEP PURPLE e, em destaque, a cessão dos direitos de gravação de “Back in Black” pelos australianos do AC/DC. Quem sempre curtiu MOTOROCKER tocando AC/DC poderá se deliciar com essa obra-prima do rock, agora registrada com todo o cuidado que ela merece.

Motorocker é formado por Marcelus (vocal), Luciano Pico (guitarra), Thomas Jefferson (guitarra), Silvio Krüger (baixo) e Juan Neto (bateria).

"Fonte do texto: www.motorocker.com.br"

2006 - Igreja Universal do Reino do Rock

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Clipe de Igreja Universal do Reino do Rock


sábado, 15 de março de 2008

04 de Março 2008 - Iron Maiden

Dando uma pausa nas músicas pra documentar aquele que foi até o exato momento o melhor show de minha vida. O Show do Iron Maiden foi esperado por mim por mais ou menos 2 ou 3 meses, isso por que comprei meu ingresso pro paraíso antes do natal. E mal pude acreditar aquilo que estava por vir.

Nunca achei que esse dia chegaria tão depressa, muitas coisas aconteceram nesse intervalo e cheguei até a esqueçer do show. hehehhe.

A fila horas antes do show estava literalmente kilométrica. Pois tinha gente de Curitiba e de outros lugares do Brasil (e até do Paraguai!) acampando em frente a pedreira há dias ou até semanas. Já era 2 da tarde quando cheguei na fila pra entrar com um amigo que tava lá desde o meio dia e a fila já dobrava umas 4 esquinas. E isso há 9 horas de começar o show! Mas por uma tremenda sorte, meu irmão achou um amigo que estava bem no começo da fila (mais ou menos uns 50 metros de fila).

Entrar na Pedreira pra mim foi muito foda, em ambos os sentidos. Primeiros por que o lugar é bem grande e bonito e segundo porque tive a grande infelicidade de perder meu ingresso!!! Fui por no bolso e acabei deixando cair no show. Único arrependimento no show (Tentei a todo custo procurar o ingresso de outro descuidado no chão pra repor o meu, mas não fui muito feliz).

Bem, quando entrei na Pedreira já era 2 e meia e consegui um lugar privilegiado. Um espaço bem na "primeira fila", só que um pouco pra direita do palco, e na frente da área vip, não tinha como chegar mais perto. E cada hora que passava o p[ublico chegava e trasformava a paisagem da Pedreira em um mar escuro de 20 mil pessoas saudando o Iron, gritando "Olé, olé, olé. Maideeen, Maideeeen!"

As oito horas que me separaram do show foram doloridas. Sentado e as vezes de pé no mesmo lugar sem sair pra comprar água e nem ir ao banheiro pra não perder o bendito e disputado lugar. Tomando sol (meu irmão se queimou no rosto até) e suando pra caralho. Mas nem tudo foi tão ruim por que conheçi dois catarina trintoes muito, mas muito engraçado mesmo!!



Quando começou o show de abertura, confeso que já tava com os joelhos doendo. A filha do Harris até que cantava bem e era gostosinha e o guitarrista mandava bem pra caralho mas aquela noite queria só o Maiden, e mais nada. Mas pro meu incomodoa, me apareçe uma mulherzinha de meio metro querendo roubar meu lugar. Ela tava mais prá lá do que pra cá e nunca que deixaria pegarem meu lugar. A vagabunda tentou e tentou mas nçao conseguiu. Fizemos os seguranças tirarem ela de lá. E quando foi sair eu ganhei uma coturnada dela e marcou eu braço, eu queria que essa marca ficasse pra sempre, como uma lembrança do show! uauhahuauha mas não durou uma semana.

E quando as cortinas pretas abaixaram-se mal acreditava que o quinteto da donzela de ferro estavam a menos de 100 metros na minha frente! Sempre os vi pela TV e internet e hoje bem a minha frente.

As músicas estavam perfeitas, quase sem nenhum erro. A abertura foi o maravilhoso solo do primeiro CD, o Transylvania, e depois o Churchill's Speech abriu as porteiras da porta do céu. Rime Of The Ancient Mariner foi 13 minutos em transe (vi até o albatroz! =D), The Trooper foi uma porrada na cabeça (a letra ficou na cabeça até duas semanas após o show), Hallowed Be Thy Name, Number of The Beast, Can I Play with Madness foram o apogeu! Aces High, Iron Maiden, Powerslave e Heaven Can Wait foram a consagração. Infelizmente passou rápido, queria mais, mas agora já foi. Boatos rolam que eles voltam em 2009 pra lança CD novo, daí não cabe a mim julgar a verossimidade deles xD

Mas enquanto isso, é esperar o próximo show dessa magnitude. (Que até agora será o provavel ACDC em SP)




terça-feira, 12 de fevereiro de 2008

Goldfinger

Goldfinger é uma banda de punk rock norte-americana, fundada em 1994. A banda possui esse nome por causa do filme 007 Contra Goldfinger (apenas Goldfinger no original em inglês) da série James Bond, de 1964.

O primeiro álbum da banda, Goldfinger, foi lançado em 1996 e foi um grande sucesso nas rádios adolescentes. O maior single deste álbum foi a música Here In Your Bedroom. Apesar de seu próximo álbum, Hang-Ups, de 1997 ser um pouco menos sucedido, aos poucos a banda foi se consolidando e conquistando um bom grupo de fãs.

O terceiro álbum, Stomping Ground, de 2000 foi melhor sucedido e é muito admirado pelos fãs pela sua originalidade e músicas mais diversificadas. No ano seguinte, 2001, a banda lançou seu primeiro álbum ao vivo, Foot In Mouth: Live. Mas foi somente em 2002 que o Goldfinger conseguiu lançar seu primeiro álbum por uma grande gravadora: Open Your Eyes, lançado pela Jive/Zomba, que teve como singles as músicas Open Your Eyes e Tell Me

Antes do lançamento do terceiro álbum, a banda lançou o EP Darrin's Coconut Ass - Live From Omaha, no ano de 1999. O álbum possui apenas 8 músicas, todas covers, como a versão de Just Like Heaven do The Cure.

No início de 2005, antes de lançar um álbum de inédita, a banda decide lançar uma coletânea comos maiores sucessos, chamada de The Best Of Goldfinger, com um CD de 17 faixas de todos os discos anteriores e um DVD com videoclipes e apresentações ao vivo.

Após o período de três anos sem nenhum álbum com músicas inéditas, a banda lança em 2005 Disconnection Notice, tendo como primeiro single a música Wasted.

As canções do Goldfinger também ficaram conhecidas por meios não tão convencionais, como por exemplo as músicas "Superman" e "Spokesman", presentes nas trilhas sonoras dos jogos Tony Hawk's Pro Skater 1 e 4, respectivamente, além da versão "99 Red Ballons" da música alemã da cantora Nena (originalmente "99 Luftballons") estar presente na trilha do jogo Gran Turismo 3 A-Spec, todos eles para PC e/ou videogame.

A mesma 99 Red Ballons também está presente na trilha sonora do filme "Não é Mais Um Besteirol Americano" (Not Another Teen Movie, em inglês), no filme Passaporte para confusão (Eurotrip), e a música "More Today Than Yesterday", cover do Spiral Staircase, toca nos créditos finais do filme "O Rei da Água" (The Waterboy, em inglês).

O Goldfinger começou sua carreira em 1994 como uma banda de ska-punk, mas o estilo, que era mais considerado um ska, passou, ao tempo, mudando e, no ano 2000, a banda já não tinha muitas influências do ska. Nos últimos CDs é notavel a ausência de instrumentos como trompete (que voltará a ser usado no CD Hello Destiny (2008)), saxofone e outros mais. Com músicas mais rápidas, pesadas e letras mais críticas, a banda passou a tocar punk rock. Atualmente, muitos admiradores da banda já estão acostumados a rotular a banda de punk, pois todos chamavam Goldfinger de uma banda de ska ou ska-punk. Essa nova mudança pode ser notado nas letras e músicas da banda nos últimos CDs.




1996 - Goldfinger


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1997 - Hang - Ups

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1999 - Darrin's Coconut's Ass

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2000 - Stomping Ground

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2001 - Foot In Mouth


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2002 - Open Your Eyes


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2005 - Disconnection Notice

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2005 - The Best Of Goldfinger

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quarta-feira, 5 de dezembro de 2007

Calendário 2008


2007 já está acabando e, por isso, é bom que já arrange algum calendário de 2008.

Pensando nisso, meu amigo Cleoni Meneghetti montou um calendário o Blogosfera. E o FullDownloads tá lá.

Vale a pena baixar pra descobrir excelente blogs e para não se perder no tempo, é claro.

LINK:
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sábado, 24 de novembro de 2007

Matanza

Matanza é uma banda carioca. Mistura hardcore, punk e heavy metal com country, bluegrass e música irlandesa, a banda tem um som diferenciado e único.

Com letras, na maioria das vezes bem humoradas, possuem um clima de velho oeste americano. A imprensa batiza o estilo criado pela banda como "Country fucking core". Os membros da banda são admiradores de Johnny Cash e, em 2005, gravaram um álbum de versões para músicas da fase inicial de sua careira (1955 a 1958), batizado como "To hell with Johnny Cash". No último álbum, "A arte do Insulto", o Matanza explora diversos elementos da música tradicional irlandesa, adicionando generosa influência de Slayer e Motorhead. O video clipe da música "Clube dos canalhas" foi dirigido pelo premiado diretor Rudi Lagemann.

Integrantes

* Jimmy London (voz)
* Donida (guitarra)
* China (baixo)
* Jonas (bateria)

Site: http://www.matanza.com.br/

2006 - A Arte Do Insulto

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2005 - To Hell With Johnny Cash

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2003 - Música Para Beber E Brigar

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2002 - Santa Madre Cassino

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quinta-feira, 22 de novembro de 2007

Anti - Flag

Anti-Flag é uma banda estado-unidense de punk rock formada em Pittsburgh, Pensilvânia. Apesar de modesto início, a banda ganhou certa popularidade fazendo turnês em quatro continentes.

Formação atual

* Justin Sane - guitarra e vocal
* Chris Barker - baixo e vocal (desde 1999)
* Chris Head - guitarra e vocal de apoio (desde 1997)
* Pat Thetic - bateria

Biografia por Justin Sane (vocais e guitarra):

Para a verdadeira história do Anti-Flag, você tem que ir até 1988. Nessa época, Pat mal conseguia tocar bateria, e eu era ainda pior na guitarra. Mas o fato mais importante é que nós éramos os únicos punk rockers da nossa cidade, Glenshawn, Pennsylvania (aonde nós crescemos), então ou ficaríamos dando voltas pelo shopping center, ou destruiríamos nossos cérebros nas drogas ou tentaríamos tocar punk rock. Nós fomos direto pro punk rock! Em 1989 nós já tocávamos bem o suficiente para ter uma banda a qual chamamos de Anti-Flag. Entretanto aquela banda não se parecia nada com o Anti-Flag de hoje. Nessa época minha irmã, Lucy, estava nos vocais principais, enquanto um número grande de guitarristas e baixistas passaram pela banda. Depois de só haver feito um show no salão de uma igreja nós achamos que banda estava enterrada definitivamente.

Pule para 1993, depois de tocar em várias bandas desprezíveis eu e Pat rodamos através do país para tirar uma onda na Costa Oeste. Pat voltou para Pittsburgh duas semanas depois da nossa chegada em San Francisco e eu fiquei por lá durante oito meses para curtir a cena. Quando eu voltei para Pittsburgh nós estávamos mais motivados do que nunca para começar uma banda séria. Tudo o que nós precisávamos era de um bom baixista. É aí que Andy Flag entra na foto. Eu o havia conhecido há um ou dois anos atrás na igreja. Nós dois tínhamos sido obrigados à ir a igreja pelas nossas mães e o Andy era o único garoto punk do grupo, então, naturalmente nos aproximamos um do outro. Andy tocava baixo, então, eu, ele e Pat nos reunimos algumas vezes para tocar, mas como eu e Pat fomos pra Costa Oeste logo depois, nós não conseguimos colocar nada pra frente. Então quando voltamos, nós chamamos ele de volta e ele aceitou.


Nós ensaiamos direto do meio de Fevereiro até o final de Março e em poucas semanas fomos chamados para tocar ao vivo num show da rádio WRCT em Pittsburgh. Infelizmente, nós ainda não tínhamos um nome! Enquanto Pat e eu já havíamos usado o nome Anti-Flag na nossa banda anos antes, estávamos pensando na idéia de usar o nome de novo. Porquê? Bem...foi assim... o nome foi inspirado no fato de que a cena do final dos anos 80 em Pittsburgh tinha sido invadida por um monte de idiotas que idolatravam o slogan: "Liberdade não Fascismo". Bom, o que seria ótimo, se esses otários praticassem o que eles pregavam, mas infelizmente, a idéia que eles tinham de punk rock era muito fascista. Eles começaram a costurar a bandeira americana nas suas jaquetas, dizendo juras de fidelidade à bandeira e (como o bando de valentões que eram) se quebrariam uns aos outros e todos que estivessem em seu caminho (basicamente eles eram uns machões atléticos que por acaso haviam entrado no punk). Nos shows eu via esses babacas com suas bandeiras cantando junto com Sub-Humans, Circle Jerks, Exploited ou qualquer outra banda que estivesse em turnê pela cidade, e eu me perguntava. Essas bandas não estavam cantado contra tudo o que esses auto-denominados "punx" acreditavam? Na minha opinião esses caras não estavam pegando o sentido da coisa. Eles deviam olhar no dicionário o significado de fascismo pra ver se eles aprendiam que o fascismo controla as massas de duas maneiras principais: 1 - Promovendo o nacionalismo extremo. 2 - Usando violência e terror sistematicamente (a favor deles só o fato de serem anti-racistas mas o que eles não perceberam é que você pode ser anti-racista e ainda assim ser um fascista).

Com isso em mente, apesar de nós já termos utilizado o nome Anti-Flag antes, nós achamos que o nome ainda dizia muito sobre o atual estado da comunidade punk e o do mundo como um todo. Nosso pensamento foi de que as pessoas não tentariam tratar a banda como entretenimento, e sim como um veículo para fazê-las pensar! Eles não tinham que concordar com a gente! Nós só queríamos deixar claro que não estávamos ali só pra entreter, nós tínhamos algo a dizer, tinha uma crença fundamental por trás da banda. Então na noite do show na WRCT nós atravessamos as portas como Anti-Flag.

Porque nós colocamos o hífen entre as palavras "Anti" e "Flag"? Gostaria de dizer que é um símbolo de desafio, nós estávamos esnobando as regras do inglês correto para demonstrar nossa indignação com sociedade moderna, etc, etc... Infelizmente, a verdade é que nós éramos estúpidos demais para saber o uso correto de um hífen.







1996 - Die For Government


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1998 - Their System Doesn't Work For You

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1999 - A New Kind Of Army

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2001 - Underground Network

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2002 - Mobilize

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2003 - The Terror State

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2006 - For Blood And Empire

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